6.2.10 | Autor: Maria Augusta
Oba, chegou o final de semana, e com ele as reuniões com a família e os amigos, momentos de descontração em torno de uma bebidinha gelada... aí no hemisfério sul, aqui está mais para um gostoso vinho para esquentar. Mas de qualquer forma, precisamos de alguns petiscos para acompanhar a bebida, né? Pois encontrei um blog do jornal "Le Monde" (aqui) chamado "Para beber e para comer" do Guillaume Long, que tem umas receitinhas ilustradas rápidas e fáceis que podemos fazer neste fim de semana. Para as traduções, passe o mouse sobre os textos, não quis cobrir nem as letras da ilustração dele, achei muito legais. Tem 3 receitas, usa as flechinhas abaixo e à direita do texto para ver as seguintes.

Bom fim de semana e bom apetite!
1.2.10 | Autor: Maria Augusta
O Congresso de Copenhague para o clima fracassou, o Sol que continua "em repouso", o frio terrível deste inverno no Hemisfério Norte, com tudo isto o aquecimento climático e suas causas tem sido muito discutidos e reavaliados. Mas isto não impede neste Ecological Day de constatar os danos que causamos em torno de nós como a poluição industrial e refletir sobre os meios a empregar para não abdicar de nosso conforto e ao mesmo tempo respeitar a natureza. Neste sentido, encontrei o trabalho de J. Henry Fair que percorreu o planeta fazendo fotos aéreas magníficas...mas com um terrível significado! Algumas delas estão listadas abaixo, não hesite a clicar para ampliá-las, são muito bonitas...

A poluição provocada pelos metais pesados perto da usina geradora de eletricidade de Lausitz, na Alemanha.
© J Henry Fair

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Nas minas de carvão, os empregados cavam o solo para liberar este precioso combustível. A parte que não é usada para produção de energia é empilhada para reforçar a estrutura da mina. © J Henry Fair

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Esta imagem foi realizada na Carolina do Sul. A cor laranja corresponde à poluição gerada pela extração de minérios, no caso o carvão. As cinzas, assim como o arsênico, o mercúrio, o selênio e o chumbo entram em contato direto com o lençol freático. © J Henry Fair

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Estas fileiras bem ordenadas são sedimentos revolvidos para a obtenção de carvão. Esta imagem foi feita em Lausitz na Alemanha. © J Henry Fair

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As chaminés das centrais elétricas que funcionam a carvão são muito poluidoras, liberando nuvens carregadas de cinzas. Estas se depositam nos arredores, inclusive na água. © J Henry Fair

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Este "dragão" é uma mina de fosfato na Flórida. Ele é formado pela descarga de rejeitos líquidos provenientes das minas de fosfato. Estes produtos são extremamente tóxicos para o meio ambiente. © J Henry Fair

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Quase um milhão de hectares de florestas antigas dos Montes Apalaches forma destruidas devido à uma exploração de uma mina. As zonas verdes são uma mistura de ervas e de produtos fertilizantes. Estas crescem mas morrem rapidamente.
© J Henry Fair

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Esta também é uma mina de fosfatos na Flórida. A utilização de ácido sulfúrico para a obtenção desta matéria prima para os fertilizantes produz rejeitos ácidos. O tratamento também libera gases à base de fluor. Todos estes compostos são perigosos para os animais que vivem na região. © J Henry Fair

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Este rio dourado parece muito bonito mas é melhor não tocá-lo, pois ele é rico em urânio e em ácidos. © J Henry Fair

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Esta imagem vermelha alaranjada mostra a poluição das águas com mercúrio, cádmio, cromo e arsênico perto da usina geradora de eletricidade de Lausitz na Alemanha © J Henry Fair

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A Agência Americana de Proteção do Meio Ambiente (APE) reconheceu este lugar da Carolina do Norte com sendo vítima de poluição maciça. Os lençóis freáticos foram contaminados pelo arsênico proveniente de bacias de rejeitos líquidos insuficientemente protegidos. © J Henry Fair

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Montanhas de sedimentos resultantes da extração de carvão. © J Henry Fair

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Fonte : L'Internaute