11.8.09 | Autor: Maria Augusta

Este é um "castelos do meu caminho", fica na cidade vizinha de Villers les Nancy, já escrevi sobre ele e sua cidade no Jardin Ephemère : Esta cidade, satélite de Nancy também tem seu "village", o bairro antigo e charmoso, com suas ladeiras, sua igrejinha e seu lavoir. E tem também um castelinho com um belíssimo parque, chamado Madame de Graffigny. Ele foi rebatizado assim no Dia Internacional da Mulher em 2003, em homenagem a esta mulher que viveu no século das Luzes, autora das “Cartas de uma Peruana”, e que teve a audácia de abandonar um marido violento e existir por ela mesma, o que era uma proeza para a época. O castelinho atualmente pertence à municipalidade, que nele organiza reuniões e exposições, como é o caso desta em cartaz atualmente.

Feminilidade - Jean-No

Volto a falar dele porque como todos os anos no verão ele encheu seu jardim e suas salas de esculturas. Desta vez, talvez devido à crise, o número de artistas foi inferior ao dos anos precedentes, mas a qualidade das obras foi mantida. E principalmente, eles trouxeram novamente um dos meus escultores preferidos, Jean-No, que é daqui da região e trabalha o aço, tendo como inspiração principalmente os motivos étnicos africanos, e o resultado é de uma leveza extraordinária. Clique na imagem acima, para passear no jardim do castelo Madame de Graffigny e conhecer as esculturas deste e dos outros artistas graças ao diaporama.

4.5.09 | Autor: Maria Augusta

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Mais um dos castelos pelos quais passo nas minhas caminhadas matinais é este : o Castelo de Montet. Ele é um castelo "encantado", desaparece durante o verão e reaparece no inverno...porque ele se encontra num lugar alto, rodeado pela vegetação que o esconde, só se vê o alto de sua torre. No inverno porém as árvores perdem as folhas e se pode visualizá-lo por inteiro, embora não se saiba exatamente aonde, para achá-lo é preciso descobrir o caminho para chegar até ele, não é tão fácil.

Para mim ele é mais que uma passagem das minhas caminhadas. Há alguns Photobucketanos atrás fiz nele um curso de especialização na tecnologia da Internet no qual os colegas eram das mais variadas origens profissões e culturas : tínhamos engenheiros, farmacêuticos, professores de letras, filósofos, que eram franceses, alemães, argelinos, marroquinos, senegaleses, malianos, ingleses. As conversas na hora do café eram deliciosas, ficávamos filosofando sobre tudo, imaginem a diversidade de opiniões e tudo o que se podia aprender com tantos pontos de vista diferentes. Foi lá que me disseram que eu era epicurista... só porque na primavera quando me aproximava do castelinho dirigia bem devagarinho para saborear a paisagem...os que vinham atrás na rua estreita não conseguiam entender rs.

Da história deste castelo não conheço muito. Ele tem ares ao mesmo tempo de castelo gótico e da Renascença, os primeiros vestígios escritos de sua existência são do século XII, depois em 1527 sabe-se que o duque Antoine da Lorena o ofereceu a seu médico Jean Geoffroy. Mudou de mãos e foi destruido várias vezes sendo que sua última reconstrução data de 1880. Atualmente abriga um centro de informática pertencente à Universidade de Nancy.

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4.4.09 | Autor: Maria Augusta

Não sei quanto a vocês, mas eu adoro tudo que tem uma relação com a escrita. Gosto de belos papéis de carta, envelopes decorados e canetas tinteiro (até hoje lamento uma Parker que meu pai me deixou e que roubaram...) . Pois há alguns dias aconteceu um leilão no Castelo de Bazoches de 710 peças duma coleção de tinteiros e conjuntos para a escrita dos séculos XVIII, XIX e XX vindas de vários paises da Europa e da Ásia. Reproduzo neste diaporama (clique na imagem abaixo para vê-lo) algumas peças, espero que gostem :

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